Passar para o conteúdo principal

Como é que a bomba de insulina replica o funcionamento do pâncreas?

“Este produto está em conformidade com a legislação em vigor em matéria de dispositivos médicos.”

Nas pessoas sem diabetes, o pâncreas produz continuamente pequenas quantidades de insulina para manter as funções fisiológicas e, após a ingestão de alimentos, produz uma quantidade maior. Nas pessoas diabéticas, esta função está alterada e tem de ser fornecida de forma exógena.

Linha de Apoio Diabetes

Consulte-nos para mais informações

808 788 877

Send an email

A bomba de insulina replica, a função do pâncreas saudável, libertando automaticamente pequenas quantidades de insulina de ação rápida, em décimas ou centésimas de uma unidade, periodicamente. A isto chama-se débito basal. O débito basal satisfaz as necessidades de insulina entre as refeições e durante o sono, para manter os níveis de glicose no sangue constantes, bem como para ajudar noutras funções fisiológicas. Em casos específicos, o débito basal pode ser temporariamente modificado para cobrir, por exemplo, um exercício físico não programado ou para superar uma doença intercorrente.

Após a ingestão de alimentos, o utilizador necessita de administrar bólus de insulina. O bólus é a quantidade de insulina necessária para metabolizar os hidratos de carbono ingeridos. Um bólus também pode ser utilizado para corrigir, pontualmente, a glicemia elevada.

Quando uma bomba não está disponível, é feita uma tentativa de imitar a função do pâncreas através de múltiplas injeções, combinando insulinas de ação rápida e insulinas de ação prolongada. Esta combinação proporciona um fluxo relativamente irregular de insulina na corrente sanguínea e um fluxo não tão constante e contínuo como o da bomba.